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Helpful Content: Saiba como o Google limitará a aparição de conteúdos de baixa qualidade

A nova atualização do Google traz o conceito de helpful content, busca eliminar das respostas de pesquisa conteúdos irrelevantes e de baixa qualidade (o “unhelpful content”).


Empresas de todos os segmentos, como projeto elétrico entrada de energia, precisarão alinhar suas publicações com as diretrizes do site de pesquisas para garantir que seu conteúdo continue sendo entregue ao público.


Neste artigo você entenderá o quhelpful-content-saiba-como-o-google-limitará-a-aparição-de-conteúdos-de-baixa-qualidadee é helpful content, o que o Google considera como ruim e como criar o conteúdo que o buscador espera.



O que é helpful content?


Helpful content, ou conteúdo útil, é um termo que se refere a qualquer conteúdo, seja em forma de texto, imagens, vídeo ou áudio, que forneça informações úteis e valiosas para o público alvo.


Esse tipo de conteúdo pode ser qualquer coisa que ajude o leitor, ouvinte ou espectador a resolver um problema, aprender uma nova habilidade, descobrir informações interessantes ou tomar uma decisão informada.


O conteúdo útil pode assumir muitas formas diferentes, dependendo do nicho e do público alvo, como um guia passo a passo, um tutorial em vídeo, uma análise de produto, um artigo de opinião, um estudo de caso, uma lista de dicas, entre outros.


Para usuários que procuram por dicas para um estilo de vida mais sustentável, por exemplo, conteúdos sobre o uso de canudo de metal, ecobags, garrafas de água reutilizáveis, etc., são considerados úteis.


O objetivo do helpful content é educar, informar e engajar o público alvo, aumentando a sua fidelidade e ajudando a construir uma relação de confiança com a marca ou empresa que produziu o conteúdo.


Além disso, esse tipo de conteúdo também pode ajudar a aumentar o tráfego do site e melhorar o SEO, embora estas não devam ser suas principais funções e objetivos.


E o que é “unhelpful”, então?


Unhelpful é o oposto de helpful. Logo, estamos falando de conteúdo “inútil”. O Google considera unhelpful content aquele que não atende às necessidades e expectativas do usuário, não fornece informações valiosas ou é de baixa qualidade.


O objetivo do Google é fornecer aos usuários resultados de pesquisa relevantes e úteis, portanto, o conteúdo que não atende a esses critérios pode ser considerado unhelpful e não ser classificado tão alto nos resultados de pesquisa.


O conteúdo que é duplicado ou plagiado de outros sites pode integrar essa categoria, pois não fornece informações originais e pode ser visto como spam, assim como os conteúdos que não são relevantes para uma determinada pesquisa


Também pode ser considerado unhelpful o conteúdo que é mal escrito, possui erros gramaticais, ortográficos ou de pontuação. É preciso fazer uma revisão adequada para garantir que as informações sejam transmitidas com clareza ao público.


Ao contrário do que se pensa, um conteúdo que é excessivamente otimizado para motores de busca, com uso excessivo de palavras-chave, também pode ser considerado "unhelpful" pelo Google.


Isso acontece pois o buscador entende esses conteúdos como spam e, acredita que eles não fornecem informações úteis para o usuário.


Para obter uma classificação mais alta nos resultados de pesquisa do Google, é importante focar em fornecer conteúdo de alta qualidade, original e relevante que atenda às necessidades do usuário.


Como o Google filtra os conteúdos?


O Google define o que é conteúdo útil com base em diversos fatores que são levados em consideração pelo seu algoritmo de busca.


Como já foi explicado, o objetivo do Google é fornecer resultados de pesquisa que sejam úteis e relevantes para o usuário, portanto, o conteúdo que é considerado útil é aquele que atende às necessidades e expectativas dos usuários.


Confira alguns critérios que o Google utiliza para fazer a classificação de “útil” e “inútil”:

  • Qualidade do conteúdo;

  • Autoridade do conteúdo;

  • Engajamento do usuário;

  • Relevância da pesquisa.

Segundo o especialista Wil Reynolds, os conteúdos que mais se prejudicarão com essa atualização do mecanismo de buscas são os que respondem perguntas complexas.


Isso porque respondem a uma pergunta objetiva, como “O que são molas de tração?” é uma tarefa simples. Uma rápida verificação dos fatos pode comprovar se a informação está correta ou não.


Entretanto, pesquisas do tipo “Como as molas de tração distribuem a força e prolongam a vida útil dos equipamentos?”, contam com a formação e conhecimento técnico do criador de conteúdo para a obtenção de uma resposta relevante.


No segundo caso, conteúdos genéricos, duplicados, gerados integralmente por inteligência artificial, formulados por não especialistas que estão apenas cumprindo regras de SEO, entre outras situações, serão classificados como unhelpful e perderão posições nas buscas.


Crie conteúdos de qualidade


A única forma de evitar perder posições na SERP, página de resultado de pesquisa do Google, é criar bons conteúdos.


E já que priorizar o SEO ao extremo não é uma opção indicada, como muitas pessoas são induzidas a acreditar, reunimos, neste texto, seis dicas para ajudar os criadores a tornar seus conteúdos amigáveis ao Google ao mesmo tempo que se mantêm importantes ao público.


Foco no usuário


O conteúdo deve ser escrito para atender às necessidades do usuário, e não ao buscador. As técnicas adequadas de otimização devem servir ao propósito de facilitar que o usuário encontre o conteúdo nas pesquisas.


Ao colocar a atenção no público e publicar informações úteis e de forma clara e bem organizada, automaticamente outras métricas melhoram, sem a necessidade de empregar esforço para ajustá-las.


Quando um usuário pesquisa no Google por “caldeiraria industrial”, por exemplo, se o conteúdo fornecido for focado no usuário e fornecer informações úteis e relevantes, o Google o classifica como "helpful" e o colocará em uma posição mais alta nos resultados.


Por outro lado, se o conteúdo não for útil ou relevante para o usuário, ou se for criado com um objetivo diferente do de atender às necessidades do usuário, o Google pode considerá-lo "unhelpful" e não classificá-lo, ou classificá-lo em posições mais baixas.


Originalidade


A originalidade é um fator importante na criação de conteúdo de qualidade e pode ajudar na classificação de helpful content do Google.


Um especialista em trocador de calor pode prover informações exclusivas e úteis para o usuário, o que pode ajudar a estabelecer a autoridade do site ou do autor.


O Google favorece o conteúdo original, pois ele fornece informações únicas e exclusivas que não podem ser encontradas em outros sites. Além disso, o buscador pode penalizar conteúdo duplicado ou plagiado, que é considerado de baixa qualidade.


Além disso, a originalidade também pode ajudar a aumentar o engajamento do usuário com o conteúdo, uma vez que é mais provável que os usuários compartilhem e promovam o conteúdo.


Autoridade


A autoridade é medida pela reputação e credibilidade do site ou do autor que está criando o conteúdo e está muito atrelada ao fator de originalidade do conteúdo. Quanto maior a autoridade, maior a probabilidade de o conteúdo ser considerado útil e relevante.


A empresa líder em fabricação de fios termopar no Brasil, por exemplo, seria incluída nos resultados de pesquisa em posições altas e bastante favoráveis à disseminação do conteúdo.


O Google usa vários sinais para avaliar a autoridade de um site ou de um autor, como backlinks de outros sites, menções em mídias sociais, compartilhamentos e comentários de usuários.


Além disso, a autoridade pode ajudar a construir a confiança dos usuários no conteúdo. Os usuários tendem a confiar mais em autores que têm uma reputação estabelecida do que em sites ou autores desconhecidos.


Relevância


A relevância do conteúdo se refere à sua adequação e importância para a consulta de pesquisa do usuário. O conteúdo deve ser direcionado ao tópico específico que o usuário está pesquisando e deve fornecer informações precisas sobre o assunto.


Artigos a respeito de tendências de moda não são apropriados para usuários que pesquisam por massa de polir e vice-versa.


O Google avalia a relevância do conteúdo usando vários sinais, incluindo a presença de palavras-chave relevantes, títulos e subtítulos claros e precisos, e o uso de sinônimos e termos relacionados.


O buscador usa, também, o contexto da consulta de pesquisa para avaliar a relevância do conteúdo e determinar se ele é útil para o usuário.


Engajamento


O engajamento é uma interação que todas as empresas buscam, e com razão. Além de todos os benefícios já conhecidos, o Google considera o engajamento como um sinal de que o conteúdo é relevante para os usuários.


Quanto mais envolvimento e interação houver com o conteúdo, maior a probabilidade de o Google classificar o conteúdo como "helpful".


Um e-book sobre instalação e manutenção de ar condicionado pode render diversos comentários na página de uma empresa de assistência técnica. Somado ao número de downloads e curtidas, os comentários dizem ao buscador que o conteúdo é bom.


O engajamento pode ser medido de várias maneiras, incluindo cliques, visualizações, compartilhamentos e comentários. A interação dos usuários pode, também, ajudar a aumentar a visibilidade do conteúdo.


Atualização


Com a velocidade com que as mudanças ocorrem e novas tecnologias e recursos chegam ao mercado todos os dias, uma publicação relevante hoje pode se tornar defasada rapidamente.


Para o grande público, um tutorial ensinando a queimar um CD com as quinze músicas mais populares de 2002, por exemplo, é completamente irrelevante, enquanto um vídeo que mostra como parear a tela do computador com a televisão é bastante útil.


Quando você atualiza o conteúdo regularmente, mostra ao Google que você se preocupa em fornecer informações precisas e atualizadas para seus usuários.


A atualização do conteúdo pode incluir a revisão de informações desatualizadas ou imprecisas, a adição de novas informações e recursos relevantes, a atualização de gráficos e a revisão da estrutura e do layout do conteúdo para melhorar a experiência do usuário.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


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